terça-feira, 25 de novembro de 2008

Soneto da treta do rio

Este soneto foi das primeiras coisas escritas em Splash, muito antes de, dramaturgicamente, contribuir para uma unidade ou sentido. Mais tarde, nasceria uma cena com um temporal e, seguidamente, uma cheia. Depois... um momento muito belo, onde a imagem se cruza com a música de Carlos Adolfo. E, a certa altura, Ana Sofia Paiva, com o seu pequeno Pantalone cheio de carisma, anuncia este soneto... "cantado, praticamente à capela"... O trabalho da Ana Sofia Paiva neste espectáculo será também um dos magníficos registos do meu percurso como encenador. A sua divagação/improvisação acerca da "morte da bezerra" é um momento de antologia. (Na imagem em baixo, o Pantalone de Eduardo Correia).



2 comentários:

Filipe disse...

Boa Nuno,

serei leitor assíduo...

Filipe Crawford

Orange disse...

E eu que só li isto hoje? Obrigada, Nuno.