sábado, 13 de dezembro de 2008

Depressa para não haver depressa

Marta Carreiras estava a idealizar o cartaz, experimentando
possibilidades, criando
desenhos, quando foi informada da
urgência (inesperada) de tê-lo pronto nos próximos dias.

Estaríamos a meio do processo de trabalho, ainda com a peça sob
o signo da indefinição,
procurando um rumo mais intencional
e consequente. Eis, portanto, um cartaz
extemporâneo, feito a correr
para que não se viesse a cair na situação típica

de se fazer, já perto da estreia... um cartaz a correr. Acabei
por
fazê-lo em Photoshop, recuperando um dos desenhos
da Marta. Mas daqui fica
a ideia de que os bons hábitos profissionais
só se interpretam de uma forma justa
quando interiormente somos já o
reflexo dessa vontade. Caso contrário, pode até tratar-se de
algo tão esvaziado de sentido que o impacto da sua aplicação
pode inclusive fazer mais danos do que a ausência da sua execução
.
Grafismo @ Nuno P. Custódio / desenho @ Marta Carreiras (2004)

1 comentário:

mclx disse...

mas que saudades..visto de longe era uma negra, branca e negra...que saudades