quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Primeira peça do Teatro Experimental A Barca

Um carinho tão grande por este espectáculo que até se perdoa o cartaz.
@ Nuno P. Custódio / fotografia de Clara Assunção (1991)

4 comentários:

MCA disse...

Compreendo o carinho que tens por este trabalho. Foi fantástico! Que é feito da Arminda, sabes?

npc disse...

Olá, desculpa, só agora vi o teu comentário. Há muito que não sei nada da Arminda. A última vez que falei, já há uns bons anos, ela apresentava-se com o nome Maria Barros. "Maria" do seu nome, Barros do casamento, acho. Ela fez o Conservatório mas foi trabalhar para um supermercado. Desistiu. Dizia que o teatro exigia muito de si, que a deixava com o sistema nervoso alterado quando tinha que subir para a cena. Teve um ou dois filhos. Mais não sei. Um abraço.

MCA disse...

É o mais comum. A vida no palco exige muito. Com as cantoras também acontece muito isso. Mas é pena, ela tinha talento. Acho eu... nesta peça foi extraordinária.

Sofia Barros disse...

Olá meu deus eu estou tão entusiasmada.. Eu sou a Sofia a filha mais velha da Arminda. Eu mostrei este artigo à minha mãe, porque tive interesse em saber mais sobre o teatro e esta vida q ela teve antes, pois também já pensei em ser actriz. Então ao encontrar isto a minha mãe nem queria acreditar.